uma redação de mulheres periféricas registrando seu jeito de ver o mundo
Saber identificar o colorismo e usar nosso ‘lugar de fala’ para denunciá-lo nunca pode significar desalojar negras e negros claras/os da sua negritude, mas sem dúvidas usar essa passabilidade dos corpos para enegrecer cada vez mais os espaços.
Documentário sobre crimes ambientais em Barcarena (Pará) é lançado nesta terça-feira (5/6), no Dia Mundial do Meio Ambiente, em São Paulo
Lei que permite que mulheres e idosos desçam fora do ponto após as 22h ainda atravessa diversos desafios para realmente sair do papel e fazer parte do cotidiano das mulheres na periferia; movimentos criam campanha "Plaquinha no Ônibus".
A produção, roteiro e direção são dos moradores que acompanharam a transformação da região. A obra mistura a ficção e realidade e aborda a ancestralidade negra enraizada na história do bairro.
A programação também conta conversa com Amara Moira; show de Mc Dellacroix e muito mais.
O Festival Path terá uma mesa sobre “Diversidade nas fontes jornalísticas”, com a participação da jornalista e cofundadora do Nós, mulheres da periferia Jéssica Moreira.
Haverá espaço de brincar para acolher crianças promovido pela Coletiva Brincaderia, projeto criado e produzido por mães e mulheres da periferia.
Desde 2006, a data comercial do Dia das Mães é sinônimo de dor e luta para as mulheres que integram o movimento Mães de Maio, é o que explica Débora Dias, uma das integrantes do movimento.
Das senzalas para as bordas do país. Nós, mulheres da periferia, somos majoritariamente pretas. Estamos na beira da beira dos direitos, lá onde a dor passa do singular para o plural e a força particular encontra a coletiva.