uma redação de mulheres periféricas registrando seu jeito de ver o mundo
Esta sexta-feira (3) será uma data importante para as mulheres brasileiras que vêm, no decorrer dos anos, defendendo o direito ao aborto legal e seguro no país.
Na opinião de Luka, "o Bem Viver é uma sociedade igualitária entre todos, com um outro desenvolvimento econômico, outra forma de se lidar com a terra e com o território. É uma sociedade que não tem classe".
O objetivo em disponibilizar o curta é para que todas possam desfrutar do material assim como das histórias que precisam ser ouvidas, vistas e espalhadas pelo mundo.
A oficina “Vozes insurgentes e línguas indomáveis” será conduzida pela afrotransfeminista recifense Maria Clara Araújo e mergulhará nas produções de escritoras como Grada Kilomba e Audre Lorde
A instalação promoveu um diálogo entre narrativas femininas do bairros Campo Limpo (ZS), Capão Redondo (ZS), Jardim Romano (ZL), Jova Rural (ZN), Guaianazes (ZL) e Perus (Noroeste), todos na capital de São Paulo.
A redação do Nós, mulheres da periferia selecionou livros que leu nos últimos tempos e explica porquê são leituras bacanas.
Segundo Juliana Gonçalves, o conceito do Bem Viver tem sido utilizado desde a marcha nacional, que aconteceu em 2015. "O movimento é suprapartidário, e composto por entidades coletivas e mulheres negras autônomas", afirma.
Obra reúne um compilado de artigos, textos e entrevistas de Lélia, referência na luta contra o racismo e o sexismo no Brasil.
Cerca de 80 manifestantes, de São Paulo e Ribeirão Preto, acompanharam a audiência de julgamento e instrução; nova audiência será marcada para a juíza ouvir as demais testemunhas e decidir os rumos do caso