uma redação de mulheres periféricas registrando seu jeito de ver o mundo
Manicures, cabeleireiras e esteticistas contam para o Nós, mulheres da periferia como a quarentena do coronavírus impactam suas vidas
Falta de dinheiro para comprar comida é ponto de atenção na periferia. Muitas pessoas continuam trabalhando, poucas são afastadas do trabalho com remuneração e o desemprego ronda. A questão é: como essas famílias vão lidar com a ausência da alimentação escolar e o aumento dos custos para manter uma casa?
Para que você entenda como o sistema vem sendo “desmontado”, o Nós organizou uma lista trazendo alguns fatores, que mostram os chamados retrocessos da área e como isso pode te afetar no dia a dia.
Menos dinheiro significa também menos médicos, mais tempo de espera, diminuição dos serviços de qualidade, pouco acesso a remédios e até mesmo o fim de programas de prevenção reconhecidos mundialmente. E o que tudo isso tem a ver com a periferia?
Conheça a história de Edite Neves, moradora de Itaquera, zona leste da cidade de São Paulo. De sua experiência com violência obstétrica ela transformou sua missão de vida em apoio a mulheres, se formou doula.
Dezenas de comunicadoras e comunicadores das periferias e favelas de todo o país lançaram uma carta pública nesta quinta-feira (19), em que reúnem esforços para informar seus territórios sobre ações relacionadas ao Covid-19, o coronavírus.
O Nós, mulheres da periferia acompanha a história de Yasmin desde 2019. Até agora, ela não conseguiu cura para seu problema de saúde.
Jardim Nordeste, meu lugar: o histórico do movimento de saúde do bairro da zona leste de São Paulo