uma redação de mulheres periféricas registrando seu jeito de ver o mundo
Na tradição africana do candomblé banto, seu nome significa filha do sol; para Mona Rikumbi, a cadeira é um meio de locomoção e não o limite do mundo
Com aulas em diferentes regiões da cidade de São Paulo, o projeto Libras na Quebrada ensina língua de sinais gratuitamente e aproxima ouvintes da comunidade surda.
Além de ensinar o teórico e o prático do audiovisual, as iniciativas estimulam produções a partir do olhar de quem vive nas periferias. Confira!
Neste Dicas da Semana, a jornalista Livia Lima lista produções culturais para valorizar a a comunidade surda.
A colunista Marcela Bonfim dá detalhes sobre a mostra virtual "Agenda Visual do Meio Ambiente" que conta com a participação de mais de 130 artistas compositores da região norte e de todo o Brasil.
Ao observar sintomas de ansiedade em outros colegas, as jovens Mariana Nunes e Raíssa Miranda criaram projetos de acolhimento. Psicóloga comenta como a pandemia interferiu na saúde mental de adolescentes.
Ana Paula e Lilian Cristina estão entre as trabalhadoras afetadas pelo aumento do preço da gasolina no país e contaram sobre seus prejuízos ao Nós, mulheres da periferia.
Na São Paulo escravocrata, uma mulher negra atraia clientes com a venda de café e quitutes em casa; conheça a história de Maria Punga.
Os estudantes selecionados para o ciclo de estudos serão contemplados com uma bolsa no valor de R$ 800 mensais durante os nove meses de formação com o projeto.