uma redação de mulheres periféricas registrando seu jeito de ver o mundo
A organização da Marcha afirma que trata-se de um caso de racismo, pois o objetivo não é o fim do abate religioso, uma vez que o Brasil é um dos maiores produtores e exportadores de carne sacralizada das Américas e legitima o abate destinado aos rituais religiosos muçulmanos.
O objetivo em disponibilizar o curta é para que todas possam desfrutar do material assim como das histórias que precisam ser ouvidas, vistas e espalhadas pelo mundo.
A oficina “Vozes insurgentes e línguas indomáveis” será conduzida pela afrotransfeminista recifense Maria Clara Araújo e mergulhará nas produções de escritoras como Grada Kilomba e Audre Lorde
A instalação promoveu um diálogo entre narrativas femininas do bairros Campo Limpo (ZS), Capão Redondo (ZS), Jardim Romano (ZL), Jova Rural (ZN), Guaianazes (ZL) e Perus (Noroeste), todos na capital de São Paulo.
A redação do Nós, mulheres da periferia selecionou livros que leu nos últimos tempos e explica porquê são leituras bacanas.
Segundo Juliana Gonçalves, o conceito do Bem Viver tem sido utilizado desde a marcha nacional, que aconteceu em 2015. "O movimento é suprapartidário, e composto por entidades coletivas e mulheres negras autônomas", afirma.